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terça-feira, 7 de março de 2017

1 Resenha [filme] - Caso 39

Olá, leitores!

Quem mais aproveitou o carnaval e as férias forçadas pós cirurgia para assistir uns filmes aleatórios no Netflix? o/

Trouxe um dos meus gêneros preferidos: suspense!

Vamos conversar sobre o filme Caso 39, lançado no Brasil em 2010 e distribuído pela Paramount Pictures!

CASO 39
Case 39, 2009
Suspense, ação, terror
109 min

Sinopse:
A assistente social idealista Emily Jerkins luta para salvar uma criança chamada Lilith Sullivan das mãos de seus pais abusivos. No entanto, a mulher descobre mais tarde que a garota não é tão inocente quanto parece e a situação é mais perigosa do que ela poderia imaginar. Seus amigos e pessoas do trabalho são assasinados por seus próprios filhos, e a assistente social descobre que todas essas mortes foram obra de sua filha adotiva. A filha começa a praticar atos estranhos e o desespero começa a rondar a solta. Lilith começa a ameaçar Emily, e ela tenta matar Lilith antes que seja tarde demais.



Sinto falta dos bons suspenses. Aquele que você fica elaborando no crânio quem será o assassino ou o que será que o suspeito está pensando ou que coisa mística e sobrenatural vai acontecer. Caso 39 é um bom suspense, mas não é tão especial assim.


Emily Jerkins é uma assistente social infantil lotada de casos. Ela cuida de mais de 30 casos no momento, quase todos de pais que abusam dos filhos. Como se não bastassem todos esses casos em que não consegue achar uma saída simples e boa para as crianças envolvidas, acaba de receber mais um, o caso de número 39.

Ao analisar o arquivo 39, Emily não sabe bem o que se passa com a criança Lilith Sullivan. Sem contato social na escola, desempenho caindo, poucas conversas. Emily, então, decide visitar a casa onde estão Lilith e seus pais. E a situação beira o absurdo. Parece que o pai é controlador, cuidando do que a mãe e a filha dizem à assistente.

Para piorar, ao visitar Lilith na escola, a criança deixa escapar seu medo e Emily acha que os pais irão fazer alguma coisa. Ao convocá-los à sede de seu emprego, nada pôde ser avaliado em definitivo.


E, então, com a ajuda de um amigo policial, invadem a casa após receberem uma ligação de Lilith: os pais enfiam-na dentro do forno e acendem. Os pais são internados em um manicômio, mas quem disse que as coisas estranhas acabam aí?

Após ter sua guarda definitiva transferida para Emily, Lilith começa a exibir o mesmo comportamento arredio e possessivo. Ninguém que a ameace está a salvo de acidentes estranhos. Além disso, as crianças que estão no mesmo grupo de apoio que ela começam a assassinar seus próprios pais. 

Será mesmo que Lilith é a causa de tudo isso? Essa mesma criança singela que quase foi assada pelos pais?

Bom... O enredo do filme é basicamente este. Ou seja, simples na estrutura e da execução. É um bom suspense, uma boa distração, mas nada que queime seus miolos trocadilho não proposital, que te faça empolgar. O filme vai bem até que começa a sair do suspense e cair no sobrenatural ao estilo A Profecia.

A interpretação é ótima, tenho sempre arrepios com crianças que conseguem interpretar tão bem seus personagens macabros. Me dá coisas... Renée também esteve muito boa no filme. A fotografia não é elaborada, mas deu pro gasto. Quase nenhum efeito especial e o pouco que tem não é lá grandes coisas.


O final foi uma mistura de esperado e surpreendente. Eu sabia que algo do tipo fosse acontecer, mas me surpreendeu como aconteceu. O único pecado do filme foi a caracterização da criança ao final. A maquiagem foi desnecessária e mal feita, mas ok, entendi o esquema.

No fim, eu recomendo? Ah, bem, se você curte o estilo e quer se distrair uma tarde dessas, vai fundo. Mas se não curte ou não está muito a fim, nem tenta. É só um filme desses.



ELENCO PRINCIPAL

Emily Jenkins - Renée Zellweger, de O Diário de Brigith Jones

Lilith Sullivan - Jodelle Ferland, de Terror em Silent Hill

Douglas Ames - Bradley Cooper, de O Lado Bom da Vida

Detetive Mike Barron - Ian McShane, de Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas.

Edward Sullivan - Callum Keith Rennie, de Harper's Island: O Mistério da Ilha

Margareth Sullivan - Kerry O'Malley, de Brotherhood



Não foi um filmaço, mas ok, deu pra distrair! 

Aguardem que tem mais resenhas de suspense e terror chegando aí!

Até + ver!







Nuccia De Cicco é bióloga, Doutora em Bioquímica, escritora, poetisa, bailarina e blogueira. Carioca de paixão de Santa Teresa, é apaixonada por livros, seriados, tatuagens e lambidas caninas, além de ter uma queda saudável por cafajestes. Surda desde os 27 anos, é co-autora em nove antologias e publicou o livro “Pérolas da minha surdez”, uma obra sobre luta e força de vontade. Todas as suas facetas são mostradas no blog “As 1001 Nuccias”. Nele, a literatura impera!

Um comentário:

  1. faz muitos anos que vi esse filme, na epoca que lançou todo mundo falava dele ai fui ver, não gostei, achei muito superficial.
    tem sorteio rolando la no blog. participe http://dose-of-poetry.blogspot.com.br/

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