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2 Livro: Pérolas da minha surdez

Pérolas da minha surdez
Autora: Nuccia De Cicco
Editora: wwlivros
ISBN: 978-85-68175-34-7
Registro na BN: 684.056/500 (1/7/2015)
Gênero: Não-ficção / Memórias
Ano: 2016
122 p

Sinopse:
Música, buzina, despertador e então... silêncio. Como se acostumar a não ter som e precisar aprender a se comunicar novamente? As pessoas dizem verdadeiras pérolas sobre surdez, pois a maioria desconhece o assunto. Não compreendem o que é lidar com a ausência de um sentido tão importante, algo que sempre teve, sempre fez parte da sua vida, até o perder. E, então, ter de reinventar todas as suas verdades. Nesta obra, a autora narra experiências de sua vida após o diagnóstico de surdez total irreversível, buscando ampliar o (re)conhecimento sobre o tema na sociedade. São histórias singulares, divertidas e complicadas, sobre paixões, curiosidades, tecnologias, preconceito, aprendizado e, principalmente, luta e força de vontade. Um livro que trilha o caminho em direção dos que almejam encontrar respeito aceitação e voz.


COMPRE AQUI:

Impresso: 

R$ 35,00


O LIVRO NA WEB:




Book-trailer:


SAIBA MAIS:


“Meu nome é Nuccia, muito prazer. Ao longo da vida, adquiri responsabilidade, uma cadela São Bernardo, 254.326 botas de cano alto e um tumor benigno do sistema nervoso. Em 2007, lá estava eu, quase bióloga, aspirante ao Mestrado, finalizando o aprendizado artístico, quando acordei sem ouvir nada: surdez total. O que fazer quando a vida passa por cima de você, virando seu mundo de cabeça para baixo, criando um isolamento comunicativo em meio a uma multidão social? Simples de saber, complexo de fazer: você se adapta. Aprendi a fazer leitura labial, meu cérebro nunca para de cantar, distingo os ritmos pela quantidade e espaçamento das vibrações de sons graves na melodia. Escolhi continuar vivendo bem com o que me restou ao invés de parar a vida por causa daquilo que perdi.”

Este livro conta a história da minha surdez. Como começou a doença, como descobri, o que me aconteceu quando fiquei surda, como me senti, o que já aprendi, o que não aprendo de jeito nenhum, o que perguntam, o que espanta todo mundo, o que me espanta, coisas que você não sabia sobre surdos, coisas interessantes, coisas tristes, amorosas, sarcásticas, humoradas.

E, o especial do livro é que ele é escrito para você, que queria muito mesmo bater papo comigo, mas ainda não criou coragem de fazer suas perguntas.

Saiba mais clicando AQUI, na 1ª postagem sobre Literatura Surda.


Palestra / Seminário

"SURDEZ: UM MOSAICO GRITANTE"



Em 2014, a autora deu sua primeira palestra/seminário sobre surdez e adaptação na vida adulta a convite das profs. Roberta Scchiafino e Vivian Rumjanek, do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, UFRJ.

Desde então, a palestra "Surdez: um mosaico gritante" tem sido oferecida em escolas, faculdades e até mesmo eventos literários.

Na mesma, a autora fala sobre diferentes tipos de surdez, de comunicação, de adaptação na vida adulta, curiosidades do cotidiano e tecnologias assistivas, além de apresentar algumas personalidades surdas famosas.

Contato:
nucciadecicco@gmail.com



EVENTOS:

 

 

Lançamento Oficial no Rio de Janeiro/RJ


PÉROLAS AOS PEDAÇOS:





OUTROS DEPOIMENTOS:

"Em meio a pesquisas, memórias, curiosidades, sugestões e humor, a autora Nuccia (atentar para a pronúncia, por favor, como ela mesma irá relembrar) faz um traçado de ideias e momentos, além de mostrar que não existem limites para superar a si mesmo e a outros obstáculos, mostrando que a vida só pode ser uma tragédia se assim a encararmos." (Orfeu Brocco, autor do prefácio)

"Depois de tanto medo, tristeza, incerteza, insegurança, temores, vejo como minha filha não ficou se lastimando a perda da audição, ao contrário, seguiu em frente, adaptando sua vida da melhor forma possível. E eu estou orgulhosa da forma como ela segue em frente, feliz, independente, alegre, otimista, bem-humorada. E, se ela está bem depois de tudo isso, eu, como mãe, só posso estar ótima!" (Suely De Cicco)

“Quem a vê dançando, acha (ou tem certeza) que escuta a música que está tocando! Mas, essa parte, eu já descobri como faz: ela dança com a alma! Sempre esqueço que ela não escuta com seus ouvidos, porque tenho certeza de que me escuta com seu coração!”  (Barbra Southern/Jini Akif)

“Eu fiquei muito feliz, porque ela quis aprender a língua de sinais e também manter contato com surdos. Ela me explicou sua experiência de vida. Agora, ela já tem mais experiência na nossa cultura. Fiquei animado quando ela se formou Doutora já surda. Por isso, quero ser igual a ela.” (Bruno Baptista)

“Desafiei a Karissa com trabalhos de palco e ela mandou bem em todos! Para cada finalização de projeto, sempre pensava: “Ela pode sim, ela pode mais!!!!” Eu aprendi e aprendo muito mais com você do que você comigo, pode ter certeza disso. Agradeço à Deus por ter me proporcionado, através da dança, conhecer pessoas maravilhosas como você!” (Cristiane Fonseca/Ranaa al Jalilah’s)

“O modo como (a outra aluna) fez a apresentação foi totalmente diferente: em voz baixa, manipulando firmemente os lábios para que todas as palavras fossem cuidadosamente pronunciadas. Aí, virou pra mim e disse: “George, a Nuccia não escuta, mas ela consegue fazer leitura labial e também conversa por sinais”. Aproximei-me com um certo receio. Mas, Nuccia abriu os braços e um sorriso gigante, abraçou-me e perguntou se eu estava bem. Eu fiquei perplexo com o que acabara de acontecer, pois achei que encontraria uma pessoa desanimada, cabisbaixa, sem vontade de viver por conta da situação em si. Nuccia estava mais feliz que muita gente a quem eu havia sido apresentado. Foi uma surpresa e tanto ver o entusiasmo dela e a vontade de estar onde estava, mesmo com todos os problemas.” (George Kluck)

“Tentando compreender sua angústia, percebi o quanto era realmente difícil para uma ex-ouvinte suportar a surdez. Ficou privada de coisas corriqueiras de nosso ambiente de trabalho, como não participar das conversas paralelas do laboratório, as brincadeiras coletivas, até mesmo as fofocas e pequenas rusgas entre os alunos. Em nossa profissão, precisamos de concentração muitas vezes apenas visual. Podemos, por exemplo, conversar e dissecar um animal sem maiores problemas. O laboratório é um ambiente muito colaborativo, conjunto. Penso que isso foi duro de abdicar, todo esse um mundo coletivo”. (Georgia Atella)

2 comentários:

  1. Eu só queria ter 0,1% da sua força. Mil abreijos em toda família.
    O bestão(era assim que nos tratávamos quando nos comunicávamos)do seu pai estaria vibrando com sua Vitória. Mil abreijos.
    Fernando Pinheiro Santos (Jerry) Lembra?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Claro que lembro, Jerry!
      Tenho certeza que papai estaria vibrando e mostrando o livro pra todo mundo... Ela tinha muito orgulho de nós todos!... Aparece no lançamento! Vou adorar sua presença!
      beijo-Ka!

      Excluir

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