quinta-feira, 13 de abril de 2017

38 [No Umbral] [Conto] - O Rei Rato

Olá, visitantes!

É um prazer tê-los novamente aqui, nestes caminhos tortuosos... Então, vós decidistes voltar ao Umbral, não é mesmo?

Qual a natureza em gostar do sombrio? Seria uma leve queda ao mal que nós faz ter tamanha propulsão ao terror? Não creio nisso.

Eu, Orfeu Brocco, seu anfitrião nestas paragens, posso talvez elucidar tal questão: Não há serventia para a luz sem o escuro. Ambos se completam!

Talvez para encontrarmos nosso melhor, nossa luz, precisamos também perambular pelos nossos abismos sombrios. Quão plena foi a vida de alguém que somente foi feliz?



conto de hoje, O Rei Rato,  é dedicado a William Peter Blatty, pai de uma das mais magnificas obras do terror — O Exorcista — e de uma literatura fascinante cheia de questionamentos sobre a natureza do Bem e do Mal, falecido em Janeiro deste ano (particularmente, eu lamento muito ser péssimo com cartas e não ter enviado aquela que eu escrevi para Blatty).


Descanse em paz, Sr. Blatty, tu és ainda uma de minhas maiores inspirações e sempre será.

William Peter Blatty: *07/01/1928   +12/01/2017


 O Abutre

“É nisso que eu acho que consiste o endemoniamento, Damien ... não em guerras como alguns tendem a crer; nem tanto assim; e muito raramente em intervenções extraordinárias como esta... A dessa menina, dessa pobre criança. Não, eu o encontro com mais frequência nas pequenas coisas, Damien, nas malevolências absurdas, mesquinhas, nos desentendimentos, na palavra cruel e mordaz que vem espontaneamente à língua entre amigos. Entre amantes. Basta isso — murmurou Merrin — e não temos necessidade de que Satã organize nossas guerras. Destas, nós mesmos nos encarregamos... nós mesmos...”

Declaração de Padre Merrin ao Padre Damien Karras durante um intervalo na sessão de exorcismo de Regan Theresa McNeil em O Exorcista.


O Rei Rato

(por Orfeu Brocco)


O rato roeu a roupa do rei de Roma ... — tal trava língua ecoa em minha mente, ao mesmo tempo em que sinto como se abrisse meus olhos depois de um sono sem sonhos. Será isto a morte? Uma breve passagem para um sono eterno sem sonhos? O mundo parece menor diante de mim, mas a noite parece-me íntima, pois enxergo com maestria. O corpo parece dormente, sempre demorei muito para acordar, devo admitir; minha leve confusão do despertar traz recordações recentes.

Lembro-me... Eu era um pobre andarilho de nome Wander a buscar uma reconfortante noite de descanso no vazio e abandonado Hotel Gardênia. ”Era”, pois não sei ao certo se estou morto. O local fechara há anos, porém a mim o motivo não me importava, só precisava de abrigo contra a chuva torrente e ainda haviam camas por lá. Mas...

— Desculpe, cara, mas você caiu no famigerado Jogo da Morte dos Gêmeos. Havíamos combinado em matar a próxima pessoa que encontrássemos. Nada pessoal, sabe? — ergo os olhos e relembro de uma terrível tortura. Durante a noite, enquanto dormia, meu caminho cruzara com o de dois psicopatas sedentes por sangue e bem armados, aparentemente fugiam de um crime anterior.

Meus braços e pernas haviam sido quebrados com um bastão de luta por Billy, o gêmeo mais violento, um enorme homem ruivo e de óculos escuros.

— Sabe como é, né? Desde que o mundo pirou não tem mais lei, então dá pra praticar a caçada... — Billy desferiu o último golpe do bastão em minha cabeça. Estranho foi sentir que havia fraturado meu crânio, a sensação de algo líquido escorrendo fez meus olhos revirarem.

Provavelmente o tiro fora disparado pelo outro gêmeo que havia se apresentado como Bruno. Ele argumentava não gostar de tortura, mas sim de execuções. O último som a ecoar naquela hora foi de uma espingarda.

Neste instante, limito-me a entender a natureza do meu novo eu. O que deveria ter sido a morte, misteriosamente me trouxe a uma nova vida. Deveras estranha, devo admitir. Agora, enquanto observo minhas patas, concluo que reencarnei em um rato. Ou terá sido minha consciência absorvida e devorada por este pequeno ser após minha morte? Sinto que nunca terei a resposta. 



Meus sensíveis ouvidos captam um guincho e, após uma caminhada pelo esgoto, encontro-me com um semelhante de minha nova espécie. De maneira estranha, depois de alguns segundos, ele abandona seu comportamento natural e passa a me seguir. Quando desejo que se afaste, ele o faz sem pestanejar, ou retorna, ainda seguindo meu desejo. Com o passar do tempo, a sincronia entre nossos pensamentos é tão fantástica que mal preciso pensar: quando percebo, minha contraparte já o fez.

Devo admitir que a dieta de minha nova condição não é das mais agradáveis e as recepções não são nada cordiais; os humanos quando nos veem, ou fogem ou tentar nos matar. Fugas de gatos são constantes, porém, logo após alguns dias, algo novo começou a acontecer: o outro rato, meu suposto comparsa e companheiro, ainda que fosse também um outro eu, partiu. Senti-me só, devo admitir. Será que no fundo eu quero ficar um pouco sozinho? Não sei.

Eu, que um dia fui um homem, agora sou um rato, sinto-me um Gregory Peck[1] dos roedores. Meu pequeno coração dispara cheio de ódio e meus pelos eriçam quando penso nos dois humanos imbecis que me causaram isso, preciso encontra-los de alguma maneira!

Passado um longo tempo em letargia, seguida pelo sono, descubro que os ratos também sonham. Só não pude recordar qual o contexto ou conteúdo, pois sou bruscamente acordado pelo meu antigo companheiro rato que, agora percebo, trouxe outros cinquenta colegas consigo. Em alguns minutos, sinto que estamos todos conectados e, cada vez mais nossa conexão aumenta. Sinto como se eu passeasse pelos seus corpos, desfrutando de suas patas, dos gostos de suas línguas, de suas visões e de suas memórias curtas. 

Hora de pôr um fim a uma de minhas fugas constantes. Enquanto nos espalhamos, tomamos cada um caminhos diferentes entre os esgotos, trilhos de metrô e galerias sujas e rumamos para um confronto, ou melhor, um extermínio.

O enorme gato rajado de um conjunto habitacional popular, perseguidor e cruel inimigo, nota minha presença quando me aproximo dele, perto de uma caçamba lotada. Ele avança habilidosa e rapidamente, emite miados como se fossem gracejos ou promessas de malefícios. Através de um bueiro no meio da rua, minhas tropas convocadas cercam o felino.

Eu, que era um homem, agora sou um rato e tenho minha coorte[2]. Acuado, o bichano tenta se esquivar de meu bando, mas nós mantemos o cerco e acuamos cada vez mais. Enquanto subimos por seu corpo, ele mia desesperado, não tenta mais lutar; nem deveria, seria inútil. Uma enorme mancha negra formada apenas por ratos cobre o corpo do gato, o qual lentamente é despedaçado vivo em meio a centenas de mordidas que fazem esguichar sangue, manchando a calçada e a caçamba de vermelho.

Preciso expandir meu território, quanto mais ratos se conectarem, mais olhos terei, assim poderei achar aqueles dois vermes e me vingar. Com a proliferação de ratos sobre meu controle é inevitável dizer que sofro demasiadas baixas por conta de exterminadores. Provavelmente este ofício tornou-se vital, pois o número de ratos sob meu controle gradualmente vai aumentando e por conta da minha inteligência peculiar nós não somos tolos para cair em armadilhas que eu já conhecia ou, através da gula, sermos mortos por veneno. Devo dizer que com as diversas baixas sinto muitas dores quando minhas outras partes são eliminadas; um estouro de dor sempre atinge minha mente até prenunciar o desligamento de algo que outrora foi em mim ligado.

Nunca pensei que, após morrer e voltar, experimentaria tantas mortes.

Após um ano de meu extermínio, durante uma temporada de chuvas, um de meus olhos trouxe-me a imagem que tanto esperava: em uma calçada, Billy e Bruno foram avistados entrando em um prédio na Zona Sul da cidade. Descubro que ambos gostam de caçar em temporadas de chuvas, pois, segundo eles, mantém a crença na pureza e inimputabilidade diante do assassinato. Através de meus ouvidos sensíveis distribuídos por todos os cantos sei de tudo!

Decido, de fato, começar a minha vingança tendo quase todos ratos da cidade sob meus domínios. Assim, há uma romaria de ratos se dirigindo para o edifício de nome Magnólia,

— Oh, meu Deus, socorro! — uma mulher berra desesperadamente quando um de nós invade o prédio, liderando milhares de ratos e iniciando minha perseguição aos gêmeos assassinos. Atropelamos o que estiver pelo caminho, por sorte a mulher consegue fugir ainda em desespero.

Em todo o prédio, milhares de ratos se esgueiram aos montes, causando alvoroço, fugas e ataques. Diversas baixas acontecem nas escadarias, sinto a dor de ter o corpo esmagado por uma marreta dezenas de vezes atingir a minha mente. Cada vez que a dor se acentua e uma morte acontece, nosso instinto assassino aumenta e, portanto, algumas pessoas são arrastadas pelas ninhadas, sendo devoradas ainda vivas.



Por fim, encontramos os autores de minha morte quando humano.

— Corre, Billy! Vamos para o terraço e depois saltamos para o prédio do lado! — Bruno esmaga a cabeça de um rato com a bota esquerda e voltar a subir as escadas, correndo desesperadamente. Uma mancha escura e móvel que se espalha vai colorindo os degraus enquanto ambos fogem. Billy é quase alvo dos ratos, mas se defende com golpes de uma machadinha de emergência, deixando mais um rastro vermelho que se misturará a nossa mancha escura.

— Meu Deus, o que é isso? O que tá acontecendo? — quase chegando ao terraço, ouvimos Bruno gritar.

As tropas param de se movimentar, apenas um grupo move-se no chão e de maneira ordenada, como se fosse uma orquestra de podridão.

— Caralho! Que porra é essa? Olha o que eles estão fazendo! — Billy parou por um momento para recobrar o fôlego e observou nossos movimentos coordenados para a entrega de nossa mensagem.

— Não é possível! Eles estão se organizando e parecem estar escrevendo!

Tomados de horror, ambos contemplaram nossa mensagem:

Nós somos Wander!

Horrorizados, eles decidem apressar a chegada até o terraço, o que é inútil, afinal já havia bandos esperando lá em cima.

Bruno chora desesperadamente e puxa sua arma, ele a encosta na própria cabeça.

— Não vou morrer virando comida de rato! — mas antes que ele dispare, é atacado por centenas de ratos que derrubam sua arma, jogando-o para o lado. Em uma tentativa de se livrar de mordidas, rola o corpo e sente faltar o chão: um berro anuncia sua queda, ainda coberto por ratos que, ironicamente, amenizaram um pouco o baque. Não morreu, mas seu corpo ficou destroçado, à mercê dos ratos. 

Enquanto isso, sobre o prédio, junto de meus companheiros, tenho a carne de Billy entre os dentes. Seu sangue mancha o terraço e seus restos ainda são devorados. 

O rato roeu a roupa do Rei de Roma, o Rei revoltado matou o rato e o rato raivoso roeu então o Rei.


[1] Personagem em "A metamorfose" de Franz Kafka.
[2] Unidade de uma legião do exército romando, tropa.


Caras leitoras e leitores, espero que tenham gostado do conto, tenho aqui para vocês um desafio


Aquela(e) que mais trouxer referências a ratos em filmes/livros de horror e postar nos comentários até o dia 16 de Abril (ou seja do dia 13 ao dia 16) será recompensada(o)!

Sim! Será transformada(o) em um personagem no próximo conto!

Vocês podem conferir aqui todos os textos da coluna No Umbral publicados no blog >> Acesse aqui!

Espero as referências, suas opiniões (e seus gritos de: "odeio ratos!"), cuidado ao voltarem para o mundo real! 

Até a vista e assim fecha-se a passagem para o Umbral!




Orfeu Brocco nasceu em Uberlândia - MG em 1988, casado, atualmente vive em São Paulo. Como autor, suas obras lançadas até o momento são; "Criações Sombrias" (2014) e "Jardins Dolorosos da Babilônia (ou versos ácidos para meu amor, se você preferir)" (2014), além do livro infantil "Hélio e o menino gota" (2015), lançado pela Editora Miranda. Atualmente, desenvolve mais livros e HQs junto dos amigos.

CONTATO: broccoluiz@bol.com.br


38 comentários:

  1. Oii Nuccia
    Não gostei infelizmente do conto, isso daí não é para mim, tive um certo nojinho ao ver as imagens, e realmente ODEIO RATOS!. Mesmo com isso foi um ótimo post.
    Achei interessante
    Abraços;**
    http://FebredeLivro

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    1. Olá Maria Cecília, obrigado por sua opinião!
      Até logo!

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  2. Oiii,
    Infelizmente não gostei do conto, não faz meu gênero, na verdade fiquei bastante agoniada com a leitura. As fotos então para mim foi mais do que agoniante. Mas de qualquer forma, parabéns pelo post.

    Beijos

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    1. Obrigado por dispor de seu tempo para ler, obrigado pelos parabéns.
      Beijos!

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  3. Oiee
    Achei interessante o conto, mas concordo com as colegas acima, as imagens, não curti muito, não faz meu estilo rsrs e nem tenho como fazer indicações porque não sou muito dessa temática.
    Abraços

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    1. Oi, fico feliz que tenha achado interessante, as imagens são meramente para ilustrar.
      Ratos sempre causam incômodo essa era a ideia, mas também fazer pensar sobre a vida como uma condição em si.
      Grande abraço Thai!

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  4. Olá, gostei muito do conto, aliás, amo contos. Estava cada vez mais curiosa para descobrir como a história caminharia. Super bem escrita!

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    1. Oi Mari, muito obrigado por seu comentário fiquei muito feliz !
      É maravilhoso saber que alguém se prendeu a uma história sua.
      Um grande beijo!

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  5. ACHEI FO#@!!! Cara eu li cada palavra do começo ao fim, o conto prendeu total minha imaginação, fiquei realmente alucinada, adorei a analogia, e quando eu li, "cuidado ao voltarem para o mundo real" eu fiquei com medinho hahah pois realmente enquanto lia, eu fui levada para o outro mundo, o mundo do seu conto, to admirada em como levou minha imaginação para lá! Parabéns, ganhou uma fã!!

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    1. Oi Jheinis, fico lisonjeado com seu comentário e muito feliz, pensei em até fazer uma continuação, mas acho que a estória atingiu seu objetivo aqui.
      Volte sempre, uma honra tê-la por aqui !
      Grande beijo!

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  6. Oi Orfeu, tudo bem???
    Menino do céu, que conto ein!!!!! Agora tenho que tomar cuidado, não sei qual a mente que está por trás dos ratos que vejo nos trilhos do metrô e o que estão organizando haha. Adorei o conto, mesmo sendo um pouco nojento. Geralmente não ligo, mas os ratos me dão calafrios, pra ser bem sincera. Mas eu curti, infelizmente não tenho o que indicar, porque é bem difícil eu assistir ou ler algo em que os ratos esteja relacionados... Xero!

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    1. Oi Diana, estou bem sim, muito obrigado!Devo dizer melhor agora após seu comentário :)
      Que bom que pode encarar o desconforto e ler, admito que não sou muito fã de ratos também, talvez seja por isso que eu os escolhi para a estória.
      Volte sempre querida! Um xero pra você também!

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  7. Vou ser bem sincera ok? Eu tenho muita agonia de ratos, e apesar de ter dado início a leitura do conto não segui em frente porque foi me dando uma gastura incontrolável.
    www.belapsicose.com

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    1. A sinceridade é sempre bem-vinda ,Ana ! Obrigado!
      Bem, posso dizer que parte do objetivo do conto foi atingida, pena que você não terminou de ler.
      Abraço!

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  8. Oiii,Gosto bastante de contos mesmo as imagens,Não senti tanto como você disse é apenas para ilustrar rsrs,O ratinho é só uma foto nada de mais kkkk,Agora sobre o conto sinceramente eu gostei sim,Li cada palavra até o fim ficou ótimo.

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    1. Oi Alzinete, fico feliz que tenha gostado do conto, muitíssimo obrigado por ler e por seu comentário !
      Volte sempre, querida !

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  9. Olá, tudo bem?
    Infelizmente, não curti o conto. Não gosto de histórias de terror e tenho verdadeiro horror de ratos.
    Realmente, não é uma leitura para mim.
    De qualquer forma, parabéns pelo post.
    Abraços!

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    1. Que pena, Maria Luíza, mesmo assim foi um prazer tê-la por aqui.
      Abraços!

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  10. Oi. Acho que apreciar o sombrio está para além de uma visão cristã de bem e mal, é um andar no arquétipo sombra. Apesar de não ter curtido as imagens que compõem o conto, apreciei deveras e achei uma bela homenagem.

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    1. Oi Lilian, concordo com você sobre o arquétipo sombra. Prometo que o próximo conto não terá nada de nojento (tipo roedores e animais peçonhentos).
      Muito obrigado por ler e apreciar :)
      Sobre Blatty, ele influenciou muito meus escritos, pena não ter mandado a carta ...
      Beijão!

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  11. OOi tudo bem?
    tenho que concordar com a Lilian, está bem além de uma visão cristã, e sim um andar arquétipo. Gostei do conto e não achei as imagens nojentas, rs deu só um cadin de nervoso!
    Beijos

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    1. Scarllet , estou bem obrigado! Espero que você também!
      Realmente Bem e Mal estão muito além de uma visão cristã são dois incríveis pontos de vista e igualmente misteriosos !
      Que bom que gostou, volte sempre !!!!!
      Muito obrigado e beijos !

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  12. Orfeu do céu, tu quer me matar??? Eu morro de medo de histórias de terror, confesso que li me borrando ahahaha, mas li. Confesso que não fixei nas imagens, pois sabia que ia me dar mais medo ainda.
    Bom, eu tive que pesquisar sobre ratos em filmes e livros de terror (tô falando, só tu mesmo pra me fazer pesquisar uma coisa dessa).
    Achei os filmes: Ratos - A noite do terror e A vingança de Willard.
    Livros: A invasão dos ratos e Vingança diabólica;
    Beijokas.

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    1. Lucy !!!!!
      Que bom vê-la por aqui !
      Obrigado por ler e mais ainda por pesquisar e participar do "Quem quer ser um personagem?"!
      Hahahahaha, agora basta aguardar até o mês que vem para ver o que te reserva, ou que reserva a Lucy do meu conto!
      Beijocas !

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  13. Sou muito suspeita para falar dos textos que vc escreve, já que ajudo com a revisão e te conheço há quase o mesmo tempo em que o blog sobrevive. Por ser a Nuccia... não posso participar do desafio, e juro que estou triste por isso, realiza, virar personagem!! As imagens podem dar um nervosinho, mas não são assustadoras. Já tivemos imagens piores aqui, não é? Beijo!

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    1. Obrigado pelo carinho!
      Ainda te transformo num personagem , pode deixar ;)
      Mês que vem não haverão eventuais nojeiras na coluna, mas devo dizer que Lucy passará por maus bocados !!!!

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  14. Oie
    Ai que legal seu texto, gostei do conto apesar de não curtir fantasia mas tem uma pegada bem intensa seu conto, muito legal, que venham mais e boa sorte

    beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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    1. Oi Catharina !
      Que bom que apesar de não ser seu estilo gostou de meu conto, fico lisonjeado!
      As portas do Umbral estarão sempre abertas para te receber !
      Obrigado!
      E beijos!

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  15. Esse conto certamente é diferente de tudo que já li. Até agora não sei se gostei ou não. Gostei por conta da sua escrita e não gostei dos ratos. Mas fiquei bem imersa na leitura, como se estivesse nesse universo criado por você - o que foi bem louco. Parabéns por sua escrita!

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    1. Oi Aline, devo dizer que seu comentário é misterioso!!!!!
      Espero que tenha curtido este universo Umbral que te abrigou por um momento!
      Obrigado pelo seu comentário e pelas congratulações!
      Volte sempre a este universo umbral!

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  16. Olá, Orfeu.
    Eu odeio ratos, mas tenho que parabeniza-lo pelo conto, ficou ótimo!
    Adorei a sua ideia da reencarnação do homem no rato e a vingança dele contra os gêmeos que o mataram. Já quero ler outros contos seu!

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    1. Oi Ana !
      Fico feliz (muito) que tenha gostado deste conto, confesso que pensei em usar pássaros no lugar dos ratos, mas como também não gosto muito destes roedores acabei os escolhendo!
      Fique a vontade para ler os outros contos nesta mesma seção!
      Tenho a impressão que talvez você goste do conto "Meu primeiro amor"!
      Volte sempre !
      Beijos!

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  17. Olá querido, tudo bem?
    Que saudades que eu estava de ler suas postagens! Como sempre esse texto foi muito bem escrito e desenvolvido. Aliás, não poderia esperar mais.
    Fiquei agoniada ao longo da leitura, pois detesto rato e tenho acontecimentos com eles que me assustam demais - e olha que NADA me assusta rs.
    Gostei muito do final, é bacana ver como, nem sempre, quem 'vence' é o maior.
    Você já escreveu para a antologia da editora Coerência? Acho que podem mandar os contos até dia 30. Se quiser, me chame no FB que te passo.
    Beijos

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    Respostas
    1. Bruuuna que bom te ver por aqui!
      Superioridade em tamanho nem sempre é uma dádiva, vide Golias !
      Pode deixar que te chamarei sim no FB!
      Obrigado pelo carinho e por sua notável presença no Umbral!
      Beijos!

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  18. Que conto é esse? Eu tô num misto de medo e fascinação por esse conto!
    Parabéns pela escrita!
    Beijos

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  19. Oi Mayara ! Tudo bem ?
    Medo e fascinação que emoções antagônicas, não ?
    Obrigado por seu comentário e por ter lido, é maravilhoso saber que um escrito conseguiu te atingir !
    Beijos!

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  20. Olá
    Adoro contos de terror, é um dos meu gêneros favoritos
    A unica coisa que me deixa bem " ai que nojo" são ratos kkkkkk
    Mesmo com a presença de um horrível ali em cima eu curti o conto
    Parabéns

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  21. Olá,
    Não sou uma pessoa muito chegada em contos, mas até que esse é diferente, mas as imagens não ajudaram muito kkkkkkkk. Parabéns pelo trabalho.

    Beijokas

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Mas, ei! Cuidado aí! Sem comentários ofensivos!
Um imenso obrigado de todos nós!

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