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segunda-feira, 4 de maio de 2020

0 Resenha [livro] - A linha, de Teri Hall


Olá, bebês!

Mais 30 dias de quarentena aqui no RJ significa mais um resenha de quarentena chegando!

Vou ser sincera: já li vários livros, mas a preguiça de escrever a resenha é maior. rsrsrs...

Vamos lá, rola pra baixo pra conferir a resenha de A Linha, uma distopia escrita por Teri Hall e publicada pela Novo Século Editora.


Sobre o LIVRO:

A Linha
Trilogia A linha - vol. 1
Autora: Teri Hall
Editora: Novo Século
Gênero: ficção / sci-fi / distopia
Ano: 2011
248 p.

Sinopse:
Uma invisível, a barreira física intransponível divide os Estados de Unificação. A Linha é a parte da fronteira que corta parte do país, condenando os moradores a um destino desconhecido, quando um inimigo usou uma arma proibida. Diz-se que criaturas bizarras e sobrehumanas vivem do outro lado, em Away. Ninguém, exceto velho e resistente Sr. Moore que vive próximo a linha. Ninguém além de Raquel e sua mãe, que foi morar lá depois de o pai de Raquel, morrer na última guerra. É uma vida muito tranqüila e segura. Até que Rachel descobre uma misteriosa mensagem gravada que só pode ter vindo de longe. A voz está pedindo ajuda. Quem enviou a mensagem? Por que sua mãe é tão protetora? E qual a distância que Rachel está disposta a percorrer, a fim de fazer o que ela acha que é certo?


*Livro do acervo pessoal da blogueira*



Vou ter de ser sincera: a autora não é lá muito criativa para desenvolver sua história, mas até que gostei da narrativa. Explico.

A história se passa num futuro desses. Rachel e sua mãe trabalham na casa da Sra Moore, uma pequena chácara no subúrbio de uma grande cidade dos Estados Unificados (EU), bem perto da fronteira com A Linha.

A Linha é um tipo de tecnologia que foi criado com intuito de defender os EU, pois uma guerra era iminente. Assim que A Linha foi estabelecida, todo mundo do lado de fora sofreu as consequências da guerra, os efeitos da radiação. O problema é que a instalação dessa Linha, desse muro invisível, não foi informado à população. O governo decidiu e fez. E, depois disso muitos grupos contra essa decisão surgiram, fazendo com que o governo criasse a Identificação, uma leitura genética de cada cidadão, que devia ser fiscalizada pelos AF, Agentes Federais.

"Ela estava bem próxima à Linha (...) Era diferente ver aquela fronteira bem aos seus pés do que olhando da segurança da estufa. O outro lado da Linha esta bem ali, a alguns centímetros do seu nariz."

Rachel, de idade indefinida, mas suponho que seja adolescente, é uma garota um tanto mimada, que tem suas aulas em casa, dadas pela mãe, usando material fornecido pelos EU, mas mudando algumas informações. E sua maior curiosidade é o que há além da Linha. Muitos segredos e mentiras sobre os Outros são criados pelo governo para manter todo mundo afastado.

Mas... Um dia, uma mensagem chega às mãos de Rachel e aí segredos começam a ser revelados, não só por sua mãe, como também pela dona da chácara. E mais, o contato com alguém do outro lado da Linha faz tudo mudar de importância.

"Rachel sabia que provavelmente todas as histórias que lera sobre os Outros não era verdade. Mas o que era a verdade?"

Vocês devem te percebido que é uma distopia não muito diferente de várias outras. Esse é o primeiro ponto contra a autora. Além disso, tem esses detalhes que parecem ter sido pegos de outras histórias e seriados: Estados Unificados, Outros, Linha, etc. Inclui aí a falta de uma identificação melhor da nossa protagonista, isso me incomodou, pois eu não conseguia saber se Rachel era uma criança levada ou uma adolescente rebelde. Confuso mesmo.

Ok, tem esse monte de coisinha que pode fazer a gente torcer o nariz, Só que o livro é bom. É curtinho, tem legras grandes, a história flui, desliza na leitura.

"O que aconteceria se os AF escaneassem seu código genético, Racehl? Você surgiria como filha de Daniel Quillen. Há uma imensa bandeira vermelha ao lado do seu nome só porque ele era seu pai."

Aí veio o fim do livro. Em aberto! Fiquei pra morrer, mas entendi, vai que a autora é fã de Stephen King e quer fazer o leitor trabalhar a massa encefálica... Só quando comecei a escrever a resenha que descobri que se trata de uma trilogia. Claro que chatiei. Principalmente porque os volumes 2 e 3 não foram traduzidos e publicados. Ou seja, tomei legal.

Então... se você curte distopia, até vai gostar, mas se não quer ficar se roendo por não ter os livros seguintes, ou se você consegue ler em inglês (nem quero saber como você conseguiu o livro, táoquei?), melhor deixar a dica passar. É uma pena, mas né... Só nos resta torcer pra Novo Século tomar um chá de semancol e contratar os livros.

"Era um garoto, mais ou menos da sua idade. Tinha certeza de que a vira também. Ele parou a cerca de um metro dela. Parecia não querer chegar muito perto da Linha."



Sobre a AUTORA:

A escritora norte-americana Teri Hall é famosa por sua trilogia The Line, sucesso que ja figurou na lista de mais vendidos do The New York Times. O segundo volume, Away, ja está sendo escrito e tem previsão de lançamento para o dia 15 de setembro de 2011.



É isso! Aguardem, a próxima resenha vem rapidinho! 

Até + ver!


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